Como que um vazio interior... pensando que seja talvez esta a chama que me consome indeliberadamente, tornando-me trémula, fraca e frágil. Estou farta... tão farta. Falta-me alguma coisa, falta-me a chama, falta-me a pica, doi-me a falta de frequência da minha pulsação, que pulsa em vão, que não tem rumo. Pergunto-me a mim mesma quem me traçou a sina, a puta da sorte que me molda a cada dia. Não olhar, não confiar, não arriscar.
Lutar pelo que quero já não me dá sentido à vida. Falta mais qualquer coisa; vacilaram amigos, vacilou a turma, vacilou a pessoa mais importante... faltou o ar.
Doi pensar que muito mudou... e não saber porquê. Não dá para mudar, não dá para voltar a trás, não dá para... sei lá eu. Devia dar para qualquer coisa, aquilo que me falta. Aquilo que eu não sei, aquilo que me aperta o coração e que me faz chorar. Aquilo o meu subconsciente não me quer contar... e insiste em privar de mim. Será tão mau assim?
Esta chama aos poucos e poucos desvanesse... que já não aquece... que deixa tudo em sombra, sem ambição, que me vai cortando rodelas de coração...
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