Wednesday, January 13, 2010

Querer passar para palavras aquilo que me importuna a alma e selarem-me as passagens. Ata-se um nó na garganta, o nó na garganta. Tudo se assemelha a uma revolução. Não quero olhar para trás, solto-me de qualquer réstia de mágoa que possa ter ficado agarrada ao subconsciente que tenta cada vez mais tornar-se racional. Porquê?
Puchar a fita atrás e ver de novo o filme de terror que amedronta qualquer um. Num àpice passar do cor de rosa ao negro sem que ninguém dê por nada.
Calma... só agora ainda a história começou, e o final não se avista. Nada está definido, nada pré-estipulado.

Thursday, January 7, 2010

o meu pérfido sentimento

Ir para além das respostas, simplesmente contigo;
Aquele pérfido sentimento que me inspira, com um doloroso querer de algo inéquo, te querer a ti, te querer comigo.
Algo subjacente a tamanho sentimento sem eira nem beira, mas que não subjuga qualquer pedra angular. O que interessa é central, o que interessa é inextimável, inexplicável, incontável e indomável, essência que me domina com tamanha leveza que nem dou com certeza que ando em círculos, dentro de mim.
E palavra que soletrando me arrepia, que nunca deixa de rabiar dentro de mim... a qual hoje te dedico: amo-te.
Entrelaçar de dedos que nos une, toque suave como uma pena com que me abraças... sintilar punjente de algo que me torna feliz.
Ir para além das respostas, simplesmente contigo. Desde o dia 27 de Outubro, para sempre.