Wednesday, October 28, 2009

Dogma canceroso?

Sorrir ao sabor do vento
É a induvidável canção da harmonia
Harmonia perene, pelo menos até um dia
Em que tudo desabe, cumprindo o ciclo vicioso.

Será a felicidade um dogma canceroso?
Nunca antes saberemos,
até sermos levados pelo Todo Poderoso
Em que no juizo final, na disputa do total,
daremos valor ao que realmente importou.

Felicidade, felicidade... tão falada essa felicidade,
Tão lutada e gemida felicidade
Tão esperada, tão idolatrada
ou até quem sabe exultada
Felicidade minha ou de quem a chorou.

Wednesday, October 14, 2009

Life, oh Life


One more life.
Just one more life to say hi
To dive in the sea don't knowing why.
Rock'n'Roll all day and all night.
The smile always on your face
Just because you're alive.
You don't need time and structures
Just a scooter to drive
To go everywhere everytime
Alone or with all of your friends
Dancing at the top
and singing without fears;
Getting fun during the week
And studing during the weekend.
Only for you, you have a small island
Where you go when you want.
Lying on the sun, drawing the sea
Or simply watching the big blue sky.


One more life to get crazy,
One more life for everything.

Friday, October 9, 2009

Lágrima de revolução


O medo de magoar, mas não querer mentir.
Não basta insinuar... temos de esclarecer,
mesmo que custe, mesmo que doa
Não é coisa boa; mas caminhos novos temos de abrir.


Soltar uma flecha é fácil. Dificil é acertar no alvo certo
e às vezes estamos tão tão perto,
Que nem nos apercebemos de como complicamos.
O tempo às voltas e voltas passamos
Até que perdemos o norte.
Envolve-nos aquela personalidade forte,
Cuja num só corte
Nos faz soltar uma lágrima de revolução.


Vale a pena sofrer?
Não chega só não o querer.


Saltar de um penhasco nunca foi solução
porque a palavra "desistir" só existe no dicionário dos fracos.


Será que devemos em tudo ser racionais?
Ou ligar só a sentimentos e pensamentos
Acreditar no destino e coisas tais?

Tuesday, October 6, 2009

Óbvio.


Não sei explicar, está diferente.

Já não nos rimos em conjunto, já não brincamos em conjunto. Mandam-se bocas em tom de piada, riposta-se com um sorriso amarelo... é estranho.

O ambiente torna-se monótono. De dois em dois se vai sorrindo, de dois em dois se vai mudando.

E pronto, é assim que se vai mesmo desenrolar o que estava à espera e o que tanto disseram que não me preocupar, porque estava fora de questão. Nada de que eu já não soubesse, óbvio. É o ciclo da vida, é mesmo assim...

Monday, October 5, 2009

Talvez o saiba as estrelas ou o luar...

Quando abres os olhos e não sabes porque os abriste,
Quando respiras fundo e não sabes porque mentiste,
Pedes desculpa e não sabes porque pediste,
Quando não sabes a resposta e simplesmente riste...

Porquê?

Tu sabes, lá no fundo sabes.

Sabes porque é que mentes e porque os abres,
Sabes porque já sorriste por sorrir,
Sabes porque já viste o mundos com lentes cor de rosa,
Sabes porque já abriste o teu coração por abrir.

Sabes porque já amas-te, sabes porque já lutaste, e sabes porque já falhaste. Sabes porque já perdeste.

Quantas vezes já sentiste a tua vida por fio?
e quantas vezes já choraste um rio?
Por tantas coisas patéticas
que parecem agora tão hipotéticas
mas que te afectaram imenso, na realidade.

Mas nunca ninguém sabe, nem nunca irá saber.
Porque querer é poder;
E tu simplesmente agora queres ocultar
o que se passou ou o que se está a passar.

Talvez o saiba as estrelas ou luar...