Sorrir ao sabor do vento
É a induvidável canção da harmonia
Harmonia perene, pelo menos até um dia
Em que tudo desabe, cumprindo o ciclo vicioso.
Será a felicidade um dogma canceroso?
Nunca antes saberemos,
até sermos levados pelo Todo Poderoso
Em que no juizo final, na disputa do total,
daremos valor ao que realmente importou.
Felicidade, felicidade... tão falada essa felicidade,
Tão lutada e gemida felicidade
Tão esperada, tão idolatrada
ou até quem sabe exultada
Felicidade minha ou de quem a chorou.
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