Thursday, December 27, 2007

pq?

Porque é que todos têm direito a serem felizes, menos eu?
Eu queria tanto estar contigo e poder dizer-te todos os dias que te amo... mas nao dá!
O pior obstáculo que o amor tem é a distancia, e eu quase aposto que se houver algo entre nós nao vai durar muito tempo...

amo-te tanto ..

Arrepio-me só de pensar que, mesmo sendo amigos, só estou contigo daqui a uns dias... fazes-me tanta falta...

passado presente futuro

Nao estou contigo... sinto tanto a tua falta!
Tenho medo do futuro, tenho medo do asseguir que se avizinha, porque a cima de tudo, não te quero perder...
Se ao menos soubesses o quanto te adoro... mas não te consigo explicar!
Quando estamos juntos, só nós os dois, parece a vida para... consegues fazer com que eu veja as coisas de uma forma completamente diferente e inovadora! já nao me vejo a viver sem ti..


És diferente... consegues fazer-me diferente...

Com a conversa que tivemos, como já referi fiquei com medo de te perder, mas tu fazes questao de a ter.
Posso estar aqui com rodeios, mas ambos sabemos que a temos de ter, mais tarde ou mais cedo.
Tanto tu como eu, ja prometemos que seja o que for que me tens para dizer e a respectiva reacçao, nao vão nem podem afectar a nossa amizade... o que me preocupa é o que eu sinto.

Eu amo-te.
Nunca to disse... e da forma como reages ainda nao te apercebeste...
Tenho tanto medo da nossa conversa... não só tenho do que já disse, como também tenho medo de voltar a passar pelo que passei anteriormente... para sofrer já bastou o passado.
Ok, tudo bem, nao posso viver agarrada ao passado. Mas como deves imaginar é muito dificil separar as aguas... Pedes-me para, uma vez na vida, reagir com o coração, e nao com a mente... mas eu acho que tenho medo de ser feliz!
Seja como for que correr a conversa, quero que tu saibas que te amo.. e aqui está a prova. Nunca me deixes, por favor...



Amo-te tanto...






Thursday, December 13, 2007

changed

Fecho levemente os olhos neste escuro impiedoso e choro... brotam dos meus olhos pequenas lágrimas de saudade, de infelicidade, de mais um alguém que se perdeu neste mundo sarcástico e duro. Quando fecho os olhos lembro-me de ti; de ti não... lembro-me daquela grande pessoa, aquela que riu mas que também chorou comigo, aquela que me iluminou e me fez ver que lá no fundo as coisas até podiam ser menos complicadas.. aquela grande pessoa que agora nao és tu, e que eu sinto que nunca mais vais ser. Ao pensar nisto arrepio-me, enquanto mais uma gotinha reluzente escorre pela minha face... como tudo mudou!
Nunca estive tão ligada a alguém como estive a ti... a verdade é que, por mais que tente, não consigo evitar lembrar-me de ti e de todos os momentos que passamos juntos, que não se vão repetir.
Durante muito tempo, foste muito mais que um amigo, muito mais que um irmão ou até mesmo namorado, foste um verdadeiro anjo da guarda, nao sei mesmo como te classificar.. e agora és tão... tão...
Enquanto divago por este assunto, uma maré de imagens do passado nossas invadem-me. Todos os momentos bons, todos os momentos maus, todos eles serviram para fortalecer a nossa amizade. Eu pensei que era realmente importante para ti, tal como eras para mim. Custa-me a acreditar, mas só agora é que me apercebi da figura de parva que devo ter feito...eu fui apenas mais uma, enquanto não havia melhor.
Neste momento, esfaqueio todas os 'adoro-tes', todos os 'sempres', todo o passado que tivemos juntos...
Desfaço-me em lágrimas por dentro, porque sei que tenho de manter a fachada para que todas as pessoas que precisam de mim ou que simplesmente me rodeam pensem que sou feliz.
Sinto a tua falta, porque a minha mente ainda nao assimilou o presente e o facto de o passado ser inalterável.
E luto contra as razões e verdades do mundo que dizem que os verdadeiros amigos nunca se separam.
E sei que nunca na minha vida e vou conseguir separar verdadeira e definitivamente de ti.

"Fiz, e se fosse agora voltava a fazer"

Monday, December 3, 2007

Carta

Neste simples papel te escrevo tudo o que sinto por ti, mas nao tenho coragem de to dizer. Hoje, neste dia sombrio e chuvoso, o vento canta para mim todas as notas das memórias e sentimentos perdidos por entre cada mentira que me fugiu da boca inocentemente e vagueia agora pela mágoa da infelicidade, que deram origem à tristeza e à obscuridão do meu mundo.
Menti. Realmente menti. Menti, mas sem intensão de mentir... Peço-te que consideres isto como uma mentira piedosa de alguém que teve medo de arriscar a ser feliz. Tento agora, através destas palavras soltas, redimir-me e tentar fazer-te compreender que tudo o que eu fiz nao foi com intensão de te magoar.
Para mim, tu és tudo aquilo que eu desejei algum dia ter, toda a felicidade e brilho que falta à minha vida.
Amo-te, agora sim, tenho a certeza disso. Amo-te como nunca amei ninguém... porém, escondo este amor na palavra amizade, dizendo apenas que te adoro e que te quero como amigo. Adoro-te; adoro cada traço do teu sorriso, cada reflexo do teu olhar, cada palavra e cada acto teus... Fazes-me feliz. Podes retorquir que sou egoísta. Talvez seja... mas acho que é o melhor que eu tenho a fazer nesta fase da minha / nossa vida porque, se agora te dissesse o que sinto por ti, tudo e todos iriam mudar... Não quero com isto nao deixar que sejas feliz, e suplico-te, mais que tudo, que acredites em mim.
Amo-te em cada palavra e em cada olhar que te devolvo... porque nao tenho capacidade ou até mesmo coragem de te amar de outra forma...
Compreende-me...

Amo-te!