Tuesday, July 29, 2008

Tudo vai ser novo.

Falta mais de um mes, e o coração parece que me quer sair da boca.

É muito estranha esta sensação... e ainda vai ser mais quando chegar o momento.

Tudo vai ser diferente... estou entusiamadíssima mas ao mesmo tempo um bocado receosa. Tudo vai ser novo.

Escola nova, localidade nova, disciplinas novas, pessoal novo, materiais diferentes. E se não curto? E se eles não me curtem?

Wednesday, July 16, 2008

Permanecem sempre

E pronto, já está. Foi melhor assim...
Enquanto que os amores e as paixoes passam, os verdadeiros amigos permanecem sempre, e esta foi uma prova disso mesmo.

Tuesday, July 15, 2008

Vestir de Preto e ouvir Rock

Sabes, não é por me vestir de preto e ouvir rock que não tenho sentimentos.

Sinto-me desalojada, desprezas-me como quem pontapeia um cão vadio, sem sequer me dares uma razão para o fazeres.
Nada bate certo. Amo-te mas não te quero amar, está sol quando quero que chova e a chover quando quero o sol. Não consigo dar atenção a quem me ama, simplesmente porque me concentro em encontrar a chave para abrir a porta da minha felicidade.
Tantas vezes já prometi a mim mesma que te ía esquecer, mas quando me deparo contigo não consigo deixar de te ver como mais do que uma mera pessoa que se cruza no meu caminho... Será que te quero mesmo esquecer?

Tuesday, July 8, 2008

Gostavas?

Tem olhos e não vê, tem nariz e recusa-se a sentir o perfume da rosa vermelha. Os ouvidos por ela são tapados, e os braços cruzados impedindo assim de palpar tudo e nada. Boca selada. Nao fala, nao sorri, não beija.
Fechou-se para o mundo... está no seu direito não está? Há algo que a possa impedir?
Sim, há. Há algo que a impede de continuar assim... aquele algo que até tu que estás a ler isto deves estar a imaginar. Toda a gente fala desse algo, todos já o desrespeitaram, todos o sentiram, mas nunca ninguém o viu.
O amor consegue ter a força de um cavalo e ao mesmo tempo a suavidade de uma pena.
Mesmo estando fechada, qualquer coisa a importunava rabiando dentro de si. Essa "coisa", essa coisa era o amor... é verdade.
Com a força do cavalo puxou-a daquele mundo imaginário, e com a suavidade da pena lhe lembra todas as noites do ser que lhe roubou o coração. Todas as noites a faz virar e revirar na cama discutindo com ela própria se de facto aquele ser tão perfeito a ama, se naquele momento também está a pensar nela, se estão ambos concentrados na mesma estrela, como se se tratasse de um conto de fadas...
Mas ao mesmo tempo a faz interrogar-se se não está a fazer figura de ursa. Se calhar fui directa de mais... mas é mesmo assim. É mesmo isso...
Não a gostavas de ajudar?

Thursday, July 3, 2008

Simplesmente, muito simplesmente...

A decisão ou a falta dela. A decisão de quem tantas vezes ousou fracassar, desistindo.

Noite minha que me consomes, noite minha que dominas tudo o que se atreve a fechar os olhos, não sabendo se por uma última vez. Tudo está estático. O latido dos rafeiros ecoa-me nos ouvidos, e a lua já subiu, já foi pendurada no seu lugar. Só eu é que permaneço movel, destoando de tudo o resto. Mas começo já a perder as forças... as palpebras vão teimando em cair... sinto-me cada vez mais leve, mais leve... acho que estou a chegar ao mundo dos sonhos. Mundo este que não me deixa mentir.
Simplesmente não queria.
Simplesmente não queria que tudo isto acaba-se assim... dói-me o peito, sabes amor?
Dói-me o peito, sinto a tua falta... no teu lugar encontra-se um poço sem fundo, buraco vazio que simboliza toda a minha alma. É verdade... sinto-me vazia...
Simplesmente não queria confessar.
Simplesmente queria acordar para deixar agora de pensar, deixar agora de sonhar, deixar agora de ter consciência.
Apetece-me cometer loucuras, apetece-me voltar a ser e voltar a ser-te.
Não, não quero mesmo continuar. Simplesmente não quero...
Mas sinto muito a tua falta. Sinto que estás muito longe, sinto que continuas a ser o meu cavaleiro andante, louco e triunfante como um salteador. Nesta noite reavivam-se todas as conversas que tivemos, todas as palavras soltas que dissemos por amor.
Não quero confessar mais. Quero acordar. Larga-me força oculta que me leva a escrever tudo o que sinto!
Por uma última vez.. eu não queria, mas impedes-me de mentir força imponente.
Simplesmente, muito simplesmente...
Eu continuo a amar-te...