Tu...
que tão depressa o meu coração confortas-te
como o afogaste
empurrando-o para este vale de lágrimas tão profundo
neste poço que podia jurar que não tem fundo
Que repete todas as palavras que disseste enquanto me amaste...
Enquanto me amaste só a mim
Bailando por entre essa felicidade sem fim
Em campos de amizade e alegria divinos
que pelos visto tinham pregos finos
pois antes de um ano cederam a esta fria realidade
Conseguiste afastar-te completamente de mim.
O meu coração rejeita-te
o meu peito que sangra aberto odeia-te
E apenas me pede paz...
Aquilo que tu agora não me dás
Porque que traíste a nossa essência
E agora não cessas de pedir clemência
Mas agora o meu coração não consegue perdoar...
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