Cantando um hino ao sol poente despeço-me de ti. Despedaço, desembaraço e desenlio-me de algo mais rude, porque nem tudo correu bem.
Com um brilhozinho nos olhos elevo a voz, sussuro de forma audível ao vento tudo o que correu mal, pura e simplesmente para que ele leve de mim o que me acelera o coração... erradamente.
Ano de vida, ano de morte, ano de cambaliar e ano de persistir. Mais um ano de vida.
Despindo perconceitos, abraço o que me fez crescer, mesmo que tenha doído. Prostrada, de braços erguidos recebendo aquela luz quente, agradeço a todos e tudo o que me protegeu, tudo o que não vacilou e não me deixou temer... Porque tremer todos trememos, mas há sempre algo ou aguém, ainda não sei bem, que nos priva do temor.
Entoando este hino de louvor dou graças, graças porque cresci, porque senti, graças porque me esforcei, graças porque me safei e graças porque me entreguei à vida. Sozinha ou com alguém.
Venha 2010, porque 2009 já cá canta!
Com um brilhozinho nos olhos elevo a voz, sussuro de forma audível ao vento tudo o que correu mal, pura e simplesmente para que ele leve de mim o que me acelera o coração... erradamente.
Ano de vida, ano de morte, ano de cambaliar e ano de persistir. Mais um ano de vida.
Despindo perconceitos, abraço o que me fez crescer, mesmo que tenha doído. Prostrada, de braços erguidos recebendo aquela luz quente, agradeço a todos e tudo o que me protegeu, tudo o que não vacilou e não me deixou temer... Porque tremer todos trememos, mas há sempre algo ou aguém, ainda não sei bem, que nos priva do temor.
Entoando este hino de louvor dou graças, graças porque cresci, porque senti, graças porque me esforcei, graças porque me safei e graças porque me entreguei à vida. Sozinha ou com alguém.
Venha 2010, porque 2009 já cá canta!

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