Wednesday, January 9, 2008

Tu!

Qualquer coisa;
um sopro, um brilho
uma cor , um suspiro
um arrepio
uma forma de amar...
Tudo, nada,
Tu!



Um céu nublado
Ou uma luz que ofusca...
e um simples alguém,
que sem ti nada é, nada tem,
olha para o relógio e suspira...
Ponteiros rudes, ponteiros infiéis...
Ovelhas ronhosas
pedaços de metal,
movimento repetidamente fatal...
estupidamente, com tanto poder!...
Porque estão contra mim?



1 comment:

Anonymous said...

Este poema levou-me até às profundezas do meu ser...